DIOGO VASCO

Junior Designer

Recentemente, o Diogo sofreu uma perda irreparável. Falamos de uma salada que ele trouxe para almoçar e que, por engano, foi aquecida no micro-ondas, por um colega. Nesta entrevista, poderás ficar a conhecer outros episódios marcantes da vida do Diogo, o nosso mestre em vídeo e motion graphics.

Uma imagem de infância que não esqueces.

Uma imagem que não me vou esquecer nunca tem a ver com música, pois o meu pai também é músico. Desde que sou pequeno que tenho a obsessão por tocar bateria. Lembro-me de o meu pai me deixar sempre tocar bateria, depois de ensaiar com a banda. 

Descreve o Diogo dessa altura.

Era um bocado tímido, muito brincalhão (neste aspeto, não mudei muito) e bem-humorado.

Uma asneira que fizeste na adolescência ou enquanto estudante universitária.

Na secundária, para gozar com a professora de inglês, sempre que projetava slides, conseguíamos controlar o projetor com o telemóvel com infravermelhos. E ela dizia que só acontecia com a minha turma (risos). 

Os teus amigos ou colegas tratam-te por alguma alcunha?

“Miro”. Há uma música de funk, que tem uma letra com muitos palavrões. Fiz uma aposta com os meus amigos em que teria de dizer no Starbucks que o meu nome é Miro. Desde então, ficou Miro. 

Uma coisa para a qual não tens jeito nenhum.

Desenhar, cantar… e tudo o que tenha a ver com trabalhos manuais. 

Uma receita que te sai sempre bem.

Sai-me tudo queimado (risos). Normalmente, sai-me tudo bem, porque faço coisas muito simples, não arrisco muito. Mas posso dizer que os brownies me saem sempre bem. 

Um sítio que revisitas com frequência.

Não tenho assim nenhum sítio em particular que vá muitas vezes. 

Três viagens que fazem parte da tua wish-list.

Berlim, Japão e os Estados Unidos da América. 

Uma pessoa, anónima ou famosa, para ir contigo em cada uma dessas viagens.

Aos Estados Unidos ia com o meu pai, porque sei que é uma viagem que ele adorava fazer. Faria as outras viagens com amigos. 

Um ritual de domingo.

Acordar tarde. 

A Patrícia Guerreiro pergunta*: “Qual é o teu maior arrependimento?”

Não ter aproveitado para acabar de tirar a carta. Estava mesmo quase a acabar. 

Deixa uma pergunta para o colega que se segue*.

Qual foi a maior aventura que já viveste?

*As entrevistas aos elementos da equipa da LCPA foram realizadas por ordem aleatória. No final, cada um foi desafiado a deixar uma pergunta para o colega que se seguia.